sábado, 6 de novembro de 2010

VACINA ANTI-CANCER PARA RINS E PELE


Vacina anti-câncer RINS E PELE



Boas notícias são para partilhar.
Já existe vacina anti-câncer (pele e rins). Foi desenvolvida por cientistas médicos brasileiros,uma vacina para estes dois tipos de câncer, que se mostrou eficaz, tanto no estágio inicial como em fase mais avançada.
A vacina é fabricada em laboratório utilizando um pequeno pedaço do tumor do próprio paciente. Em 30 dias está pronta, e é remetida para o médico oncologista do paciente. 
Nome do médico que desenvolveu a vacina:José Alexandre Barbuto
Hospital Sírio Libanês - Grupo Genoma.
Telefone do Laboratório:  0800-7737327  0800-7737327 - (falar com Dra. Ana Carolina ou Dra.. Karyn, para maiores detalhes)
www.vacinacontraocancer.com.br

SLOGAN DO MINISTÉRIO DAS FINANÇAS

A CRISE DOS GESTORES DAS EMPRESAS PUBLICAS

Desde ajudas ao arrendamento de 55 mil euros ao aluguer de carros por  40 mil euros, há gastos para todos os gostos. Leia alguns exemplos:
2009 ficou marcado pela recessão, mas nem por isso os gestores das  companhias públicas de transporte, da EP - Estradas de Portugal e dos  CTT, uma das maiores empresas do Estado, deixaram de usufruir de 
regalias.
Só no ano passado, os gastos (salários e despesas) com 46  administradores de nove companhias tuteladas pelo Estado - ANA, STCP,  EP, CTT, REFER, CP, ML, CARRIS E TAP - ascenderam aos 7,46 milhões de  euros, ou seja, uma média de 162,2 mil euros mensais por gestor,  segundo cálculos do SOL baseados nas contas anuais das empresas. 
Contas feiras, os gestores receberam seis vezes mais do que os  trabalhadores das suas empresas, que auferiram 28 mil euros anuais.

Os gastos da administração TAP, liderada por Fernando Pinto - que  recebeu 420 mil euros anuais dos salário-base - representam um terço do  total (ver tabela): cada um dos seis elementos da administração 
representou uma despesa média de 412 mil euros.

A contribuir para este valor estiveram as ajudas ao arrendamento de  habitação de quatro administradores, no valor de 55,4 mil euros. Os gestores da TAP gastaram igualmente cerca de 74 mil euros no renting 
de viaturas e em combustível. 40 mil euros pelo aluguer de um carro
Os CTT, a segunda no ranking das administrações que mais gastaram em  2009, distribuiu um prémio de gestão de 213,8 mil euros aos seus cinco administradores. O presidente, Estanislau Costa - que circula num 
veículo de 84 mil euros adquirido pela empresa em 2004 - pagou, no ano passado, 42,5 mil euros para alugar quatro automóveis para os seus colegas de conselho.

As quatro linhas do metropolitano de Lisboa parecem não ser suficientemente utilizadas pelos administradores da empresa, que bateram o recorde de gastos com o aluguer de carros. A antigo administração de Joaquim Reis - agora presidente da Parpública - despendeu 85 mil euros no renting de carros, entre os quais se contam  40,3 mil euros para a viatura do vogal Miguel Roquette, durante nove 
meses.
Antes de abandonar a empresa, Joaquim Reis decidiu deixar ao seu sucessor um carro novo no valor de 30 mil euros.

Também o presidente da Carris, José Silva Rodrigues gastou 4.142 euros 
em combustível, no espaço de um ano.
E os administradores da empresa pública com o maior passivo de todas  (15,8 mil milhões de euros), a Estradas de Portugal, não se coibiram de gastar 48 mil euros no aluguer de carros e combustível.

Passivo duplica
A aparente fartura do dia-a-dia destes gestores contrasta com a situação das suas empresas. Nos últimos quatro anos, o passivo (ver gráfico) destas nove companhias mais do que duplicou, de 13,3 mil milhões de euros em 2006 para 31,1 mil milhões de euros no final de 2009.

Confrontado com estes números, o Governo pediu, na semana passada, um corte de 15% nos custos das empresas do sector empresarial do Estado. O SOL contactou as empresas de transporte para apurar os seus planos de poupança, mas todos disseram «não ser oportuno falar deste assunto 
neste momento»

CUIDADO COM A CONDUÇÃO DE NOITE


Cuidado com a condução de noite:
 
Se te  atirarem de noite um ovo contra o parabrisas do teu automóvel (reconhecerás pela cor amarela já que a clara talvez não a vejas) toma atenção no que fazes:
 
 - mantém a calma e acelera;
- não uses o limpa parabrisas;
- nunca deites água no parabrisas;
- acelera e foge que talvez hajam ladrões por perto;
- mas sobretudo não percas os nervos e usa o telemóvel se for necessário pedir ajuda;
 
Explicação:
 
O ovo com a água, ao unirem-se, formam uma substância viscosa como o leite a qual vai-te impedir de ver por onde vais, tapando a visão em cerca de 90%. Serás forçado a parar por onde circulas e aí serás vítima de roubo.
 
Esta é a última modalidade que os ladrões inventaram.
 
Por favor envia a familiares e amigos

A MAMÃ DO PRIMEIRO MINISTRO

*A mamã do Primeiro-Ministro*


*A mamã Adelaide e a misteriosa pensão superior a 3000 euros*

Divorciada nos anos 60 de Fernando Pinto de Sousa, "viveu modestamente em Cascais como empregada doméstica, tricotando
botinhas e cachecóis...".(24 H)

Admitamos que, na sequência do divórcio ficou com o chalet (r/c e 1º andar) .

Admitamos ainda, que em 1998, altura em que comprou o apartamento na Rua Braamcamp, o fez com o produto da venda da vivenda referida,
feita nesse mesmo ano.

Neste mesmo ano, declarou às Finanças um rendimento anual inferior a 250 €.(CM), o que pressupõe não ter qualquer pensão de valor
superior, nem da Segurança Social nem da CGA.

Entretanto morre o pai (Júlio Araújo Monteiro) que lhe deixa "uma pequena fortuna, de cujos rendimentos em parte vive hoje" (24H).

Por que neste momento, aufere do Instituto Financeiro da Segurança Social (organismo público que faz a gestão do orçamento da Segurança
Social) uma pensão superior a 3.000 € (CM), seria lícito deduzir - caso não tivesse tido outro emprego a partir dos 65 anos - que ,
considerando a idade normal para a pensão de 65 anos, a mesma lhe teria sido concedida em 1996 (1931+ 65).
Só que, por que em 1998 a dita pensão não consta dos seus rendimentos, forçoso será considerar que a partir desse mesmo ano,
1998 desempenhou um lugar que lhe acabou por garantir uma pensão de (vamos por baixo): 3.000 €.

Abstraindo a aplicação da esdrúxula forma de cálculo actual, a pensão teria sido calculada sobre os 10 melhores anos de 15 anos de
contribuições, com um valor de 2% /ano e uma taxa global de pensão de 80%.

Por que a "pequena fortuna " não conta para a pensão; por que o I.F.S.S. não funciona como entidade bancária que, paga dividendos
face a investimentos ali feitos (depósitos); por que em 1998 o seu rendimento foi de 250 €; para poder usufruir em 2008 uma pensão de
3.000 €, será por que (ainda que considerando que já descontava para a Segurança Social como empregada doméstica e perfez os 15 anos para
poder ter direito a pensão), durante o período (pós 1998), nos ditos melhores 10 anos, a remuneração mensal foi tal, que deu uma média de
3.750 €/mês para efeitos do cálculo da pensão final. (3.750 x 80% = 3.000).

Ora, como uma pensão de 3.000 €, não se identifica com os "rendimentos " provenientes da pequena fortuna do pai, a senhora tem
uma pensão acrescida de outros rendimentos.

Como em nenhum dos jornais se fala em habilitações que a senhora tenha adquirido, que lhe permitisse ultrapassar o tal serviço
doméstico remunerado, parece poder depreender-se que as habilitações que tinha nos anos 60 eram as mesmas que tinha quando ocupou o tal
lugar que lhe rendeu os ditos 3.750 €/mês.

Pode-se saber qual foram as funções desempenhadas que lhe permitiram poder receber tal pensão?

E há mais...

A Adelaide comprou um apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou o
Correio da Manhã.

Em Novembro de 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio Heron Castilho, a mãe do
primeiro-ministro adquiria o quarto piso, letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos - cerca de 224 mil euros -, sem
recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo um rendimento anual declarado nas Finanças que foi inferior a 250 euros (50 contos).

Ora vejam lá como a senhora deve ter sido poupadinha durante toda a vida.

Com um rendimento anual de 50 contos, que nem dá para comprar um mínimo de alimentação mensal, ainda conseguiu juntar 224.000 euros
para comprar um apartamento de luxo, não em Oeiras ou Almada, na Picheleira ou no Bairro Santos, mas no fabuloso edifício Heron, no
nº40, da rua Braamcamp, a escassos metros do Marquês de Pombal e numa das mais nobres e caras zonas de Lisboa.

Notável exemplo de vida espartana que permitiu juntar uns dinheiritos largos para comprar casa no inverno da velhice.

Vocês lembram-se daquela ideia genial do Teixeira dos Santos, que queria que pagássemos imposto se dessemos 500 euros aos filhos ?

Quem terá ajudado, com algum cacau, para que uma cidadã, que declarou às Finanças um RENDIMENTO ANUAL de 50 contos, pudesse pagar
A PRONTO, a uma sociedade OFFSHORE, os tais 224.000 euros ?

ORDENADOS NA RTP - PORTUGAL EM CRISE

SALÁRIOS COMO ESTES É QUE O GOVERNO DEVE CORTAR* *TANTO NO SUBSÍDIO DE FÉRIAS E DE NATAL, COMO BAIXÁ-LOS EM 50% E NÃO APENAS EM 5% !!! RAPIDAMENTE
 O PAÍS SAIRIA DA RECESSÃO E AÍ SIM, SERIA O "CAMPEÃO DO CRESCIMENTO" COMO
AFIRMOU SÓCRATES HÁ UNS TEMPOS ATRAS NUM JORNAL DIÁRIO.*
*E ainda se pensa que os Professores e os F.Públicos é que ganham bem...

*Tratando-se a RTP de uma empresa pública, sustentada pelos nossos impostos, interessante era comparar tais salários com os praticados na SIC e TVI e empresas privadas.
Judite de Sousa (14.720 €), José Alberto de Carvalho (15.999 €) e José
Rodrigues dos Santos (14.644 €), o dobro do que recebe o primeiro-ministro
José Sócrates e muito mais que o Presidenteda República.
José Alberto Carvalho tem como vencimento ilíquido e sem contar com as ajudas de custos a quantia de 15.999 €/mês, como director de informação.
A directora-adjunta. Judite de Sousa, 14.720 €.
José Rodrigues dos Santos recebe como pivôt 14.644 €/mês.
O director-adjunto do Porto, Carlos Daniel aufere 10.188 € brutos, remunerações estas que não contemplam ajudas de custos, viaturas Audi de serviço e mais o cartão de combustíveis Frota Galp.
De salientar que o Presidente da República recebe mensalmente o salário  ilíquido de 10.381 € e o primeiro-ministro José Sócrates recebe 7.786 €
Outros escândalos:-

Director de Programas, José Fragoso: 12.836 euros-
Directora de Produção, Maria José Nunes: 10.594 €-
Pivôt João Adelino Faria: 9.736 €
Director Financeiro, Teixeira de Bastos: 8.500€-
Director de Compras, Pedro Reis: 5.200€-
Director do Gabinete Institucional (?), Afonso Rato: 4.000€-
Paulo Dentinho, jornalista: 5.330€-
Rosa Veloso, jornalista: 3.984€-
Ana Gaivotas, relações públicas: 3.984€-
Rui Lagartinho, repórter: 2.530€-
Rui Lopes da Silva, jornalista: 1900€-
Isabel Damásio, jornalista: 2.450€-
Patrícia Galo, jornalista: 2.846€-
Maria João Gama, RTP Memória: 2.350€-
Ana Fischer, ex-directora do pessoal: 5.800€-
Margarida Neves de Sousa, jornalista: 2.393€-
Helder Conduto, jornalista: 4.000€-
Ana Ribeiro, jornalista: 2.950€-
Marisa Garrido, directora de pessoal: 7.300€-
Jacinto Godinho, jornalista: 4.100€-
Patrícia Lucas, jornalista: 2.100€-
Anabela Saint-Maurice: 2.800€-
Jaime Fernandes, assessor da direcção: 6.162€-
João Tomé de Carvalho, pivôt: 3.550€-
António Simas, director de meios: 6.200€-
Alexandre Simas, jornalista nos Açores: 4.800€-
António Esteves Martins, jornalista em Bruxelas: 2.986 € (sem ajudas)-
Margarida Metelo, jornalista: 3.200 €
ISTO É UM ESCÂNDALO!!!
Vencimentos justos: Directores: 5.000 € sem ajudas de custos
Pivôt: 3.500 € sem ajudas de custos
Jornalistas: Três escalões -
Escalão A: 3.000 €
Escalão B: 2.400 €
Escalão C: 1.900 €
*Tanto mal dizem estes jornalistas, dos Funcionários Públicos… queria dizer Trabalhadores em Funções Públicas*